TAP.04 – Barragens património e comunidades afogadas: um estudo comparativo de Alqueva e Itaparica

Sobre a autora

RAMALHO, Maria

TAP.04

Maria do Socorro Ramalho Braga, 59 anos de idade, filha de Antônio Nunes e de Expedita Ramalho. Cidadã Petrolandense, Maria é professora pesquisadora da rede Estadual do Ensino Médio e Superior. Doutoranda em História Contemporânea pela (UC - Universidade Coimbra-Portugal), Mestre em História da Educação pela Universidade Lusófona de Lisboa, Portugal. Licenciada em História pela Universidade do Estado de Pernambuco. Autora do livro O Último no Trem: Memória dos deslocados compulsórios da cidade de Petrolândia (Editora Novas Edições Acadêmicas,2020). E dos Artigos Trabalhadores da CHESF e da EDIA: O Impacto das Obras na Vida dos Moradores Atingidos pelos Empreendimentos das Hidrelétricas de Itaparica e Alqueva - publicado na Revista Rios-UNIRIOS. Centro Universitário de Paulo Afonso/BA.  Edição dezembro,2020. "O Conto Exposto Pela Narrativa Oral, como Democratização e Incentivo ao Ensino da Literatura" Publicado nos Anais do XIII Encontro Estadual de História - História e Mídias: Narrativas em Disputas. ANPUH-PE. julho de 2020.  Remodelando as Memórias dos Deslocados Compulsórios na cidade de Petrolândia, Brasil e Aldeia da Luz. Portugal (1997/2002. Publicado nos Anais do IX Encontro ANPUH-DF “Pesquisas e Ensino e Ensino de História: a profissão do historiador e historiadora – perspectivas e desafios do século XXI,” dezembro de 2020. Maria é Membro da Associação Nacional de História - ANPUH-Brasil e do editorial da revista CLIO da Universidade Federal de Pernambuco.

Sobre o trabalho

Tipo

Artigo científico

REFERÊNCIA

RESUMO

Este estudo procurou relacionar e analisar historicamente a construção de duas barragens hidrelétricas, no Brasil e Portugal com a ideia conceitual de desenvolvimento regional entre as duas regiões, deslocamento compulsório e prejuízos culturais aos atingidos entre as duas comunidades. A barragem de Alqueva construída na região do Alentejo sul de Portugal, é conhecida por gerar o maior lago artificial da Europa. Situação semelhante é verificada no Brasil, na região do submédio são Francisco do Sertão Pernambucano com a construção da hidrelétrica de Itaparica. No entanto, não foi só desenvolvimento económico que se vê com as megas construções hidrelétricas entre os dois países, mas sim, desequilíbrio territorial, migrações regionais, perda de património material e imaterial e desapropriação de comunidades. A escolha destas duas construçoes para investigação se deu por suas singularidades, que permitiram destacar o ponto de interseção das políticas públicas de desenvolvimentos económicos nos dois países, ambas criaram espelhos d’água que fizeram submergir núcleos de povoações tradicionais suscitando algumas controvérsias socioculturais. Diante do exposto, o presente artigo tem por objetivo alcançar analiticamente semelhanças e diferenças sobre o tema do deslocamento compulsório e prejuízos socioculturais entre os dois países no período considerado.

PALAVRAS-CHAVE

1. Barragem 2. Hidroeléctrica 3. Alqueva 4. Itaparica

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